DISCLAIMER


DISCLAIMER: 1. The risk of trading equities and/or derivatives can be substantial. 2. Any decision to purchase or sell as a result of the opinions expressed in this blog will be the full responsability of the person authorizing such transaction. 3. Past performance is not indicative of future results.

domingo, 29 de maio de 2011

Do Not Dump Your Blackberry Just Yet

Who is left to sell at these levels after so many downgrades?

terça-feira, 24 de maio de 2011

Today's Take On The Markets

Na segunda quinzena de abril deixei clara minha expectativa para o price action no mês de maio (aqui). Não costumo escrever em outros espaços. Mas, nesse caso, não consegui ficar inerte mesmo diante de uma análise de um dos maiores experts de opções, da qual discordava. Embora acertada não foi precisa, o price action tem se apresentado mais choppy que eu esperava. Thanks to algo trading?

Contrariamente ao que dispõe o senso comum, bulls nada têm a comemorar. O price action de hoje no SPX foi sutilmente bearish, com fechamento abaixo dos 1320 e da 50 DMA, pelo segundo dia consecutivo. Essa deveria ser uma região natural de demanda, que apareceu timidamente hoje. A baixa volatilidade e outros internals nos charts de 60-min mostram que ainda há muita ração para os ursos. Se vierem para a festa esperem uma reação dos taurinos apenas na região de circa 1250. 

O bounce de hoje nos EMs não deve ser interpretada como sinal de bullishness, embora  tenha recomendado a amigos que encerrassem suas posições vendidas. Chama a atenção  Crude Oil (light sweet) que por vários dias consecutivos não conseguiu fechar acima de US$100. Não esperem recuperação de EMs sem repique nas commodities.

sábado, 21 de maio de 2011

Brazil ETF Does Not Live Up To Its Hype

"Markets tend to return to the mean over time." (Bob Farrell)

A Review Of My Last Post

No último post (dia D) deixei expressa a expectativa de que as médias yankees engrenassem um rally até o dia de hoje (D+2). O resultado ficou abaixo das expectativas. Saí de posições compradas em D+1 na primeiras horas ao verificar que não havia followthru (continuação) do padrão do dia anterior. Embora tenha havido alguma reação, o ganho líquido dos 3 dias no SPX foi pífio. O desequilíbrio verificado nos volumes de contratos em aberto na semana de vencimento de maio foi insuficiente para restabelecer os níveis acima dos 1340 no SPX cash. Bears scored big

Durante esse mês de maio li duas análises diametralmente opostas. Numa delas um ex-manager de hedge fund alertou para a possibilidade de crash durante o período. Em outra, mais recente, outro analista "de menor porte" se mostrava moderadamente bullish apresentando como justificativas defesa de importante média móvel com fakeout. Os dois analistas mantêm serviços de recomendação (pagos, naturalmente). E minha visão de cenário tem sido - curiosamente  - intermediária, principalmente por causa da existência de grandes posições hedgeadas em Wall St. Daqui para diante, movimentos mais consistentes só irão ocorrer se um dos limites do trading range 1320-1360 no SPX for rompido de maneira convincente. Meu conjunto de indicadores me diz que o risk-reward de curto prazo (dias/semanas) em posições compradas no SPX ainda é desfavorável.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Bate-Papo" Sobre os Mercados

Bate-papo é o cacete**. Se quer conversar vá para o banco da praça ou pra fila do mercado. (rs) Aqui só indico o que sobe e desce dentro de poucos dias e não meses ou anos de antecedência. O fórum K9 ainda não sabe se "sobe, desce ou fica parado". O do setup 1.3.3.4.5.7 identifica divergências dentro de uma tendência de baixa. Então cabe a mim dizer que os mercados engrenarão um rally até sexta-feira*. Simple as that.

* Se errar esse prognóstico serei o primeiro a reconhecer.
** Nessa parte o tradutor do Google vai enlouquecer. 

terça-feira, 17 de maio de 2011

domingo, 15 de maio de 2011

Feel Like Jumping On The Bandwagon?

Foto registrada hoje (15/05), domingo.


A foto acima não foi tirada em uma edição da Expomonkey, tampouco nas dependências de uma corretora de valores mobiliários. O stand assim está montado na sala de embarque do aeroporto mais movimentado do país. Os preços dos aluguéis de espaços administrados pela Infraero talvez só percam para aqueles praticados pelas administrações de shopping centers de primeira linha, voltados para a classe A. Nos domingos o fluxo de passageiros é bem reduzido, mormente formado por famílias e indivíduos em viagens de lazer. Daí, é de se estranhar que os gurus de marketing recomendem a manutenção da presença de duas (belas) colaboradoras nesses dias insípidos.

A maioria dos consumidores é, com razão, avessa a preços altos. Atributos como qualidade do produto, confiança na marca, serviços pós-venda, etc. - por mais relevantes que sejam - são suplantados pela variável fundamental: preço. São hoje bem conhecidas as promoções de final de semana de empresas aéreas, nas quais milhares de passagens são vendidas em questão de horas. Adie sua compra e lhe restarão apenas voos de ida e volta nos dias e horários mais esdrúxulos possíveis. Gostaria, então, de saber por que toda essa sabedoria capitalista vai pelo ralo quando o assunto é mercado acionário. Especificamente nessa seara a disposição de compra é proporcional ao nível de preços. Quanto maiores os preços maior a disposição de compra pelo consumidor (investidor, no caso). Em casos extremos, até irrefreável. Aposto que os leitores do MFF ainda não tinham parado para pensar nessa estranha peculiaridade do mundo do consumo. :)

sábado, 7 de maio de 2011

Fibonacci Fact And Cluster(s) - part II

Followup da primeira postagem (aqui)

Uma vez em um espaço virtual fiz uma brincadeira com um forense que postava reiteradamente retrações de Fibonacci em suas análises. Retrucou, contrariado: "O mercado é fibonático!" Esperava que eu discordasse. Mas nunca o fiz. Só que, ato contínuo, lhe perguntei por que algumas retrações funcionavam e outras eram nitidamente ignoradas como se nada ali houvesse. Fiquei sem resposta. E à época o interlocutor viajava por algumas capitais do Brasil ministrando cursos na área (!?). Esse diálogo poderia ter sido/pode ser travado em qualquer outro espaço no qual os participantes só enxergassem/enxerguem aspectos pontuais da estrutura de preços. 

Quem lê minhas bobagens se lembra de que postei, no início de junho/2010, outro comentário jocoso no MFF (ou no TIB) em cima de uma observação* de um forense habitué do fórum Setup 1.3.5.3.3.4.5. Possivelmente previa ele uma hecatombe nas médias yankees ao ler que havia sido registrada a terceira maior leitura de TRIN na série diária  (EOD) conhecida. No mesmo dia escrevi que muito provavelmente  estávamos próximos de um significativo bottom. E assim ocorreu, porque apenas no mês seguinte (jul/2010) o price action yankee esteve pouco abaixo dos níveis de junho/10, por breve período.

Ao longo da existência do MFF contam-se nos dedos as vezes em que exibi retrações de Fibonacci sobre preços. E em boa parte delas o price action dos ativos analisados sofreu inflexões ou reversões nas regiões da golden ratio. Mas cabe a mesma pergunta que formulei na estória narrada acima: "Fact, e as outras infinitas retrações que nesse momento não funcionaram?" Ora, por isso não as tracei. Simples, não? Deve-se, portanto, extrair a seguinte mensagem: Ocorrências de Fibonacci (de preços, temporais, etc.) são, dentre inúmeras, apenas eventos pontuais na estrutura de preços. Contribuem com certo peso, mas são insuficientes para, isoladamente, indicar com alguma confiabilidade reversões ou inflexões. A explicação envolve uma metodologia que extrapola a capacidade deste blog. Insistir em análises pontuais é a marca tradicional dos investidores. O MFF é um trading diary e não um curso à distância.  

* Não se lembra mais dessa postagem? Como por milagre achei-a aqui. Observem a manifestação de apreço e admiração dos demais participantes na seção de comentários...Blind leading the blind.
PS. Modificação foi feita na postagem original. 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Fact Finder Has The Edge - II

Extraído do blog da newsletter de L. McMillan, um dos maiores experts  em opções no mundo.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Fact Finder Has The Edge


Only 40%-plus (US Dollars) in two months and a half!

domingo, 1 de maio de 2011

Kobe (1995) Vs. Sendai (2011)

"IF a rally falters THEN a débaclé will ensue! That's for sure!"
Alguns hábitos recorrentes nos mercados de livre negociação sempre me pareceram enigmáticos. Um deles é a ideia enraizada nos aspirantes a especuladores de que a história sempre se repete. Tenho rotineiramente abordado esse assunto ao longo dos anos. E não sinto que tenha sido bem sucedido em mais essa empreitada inglória. Mesmo porque é muito mais simpático insuflar a manada com associações amparadas em silogismos pueris ("se...então...") e depois se fingir de poste quando o tiro sai pela culatra.

Uma das associações da moda tem sido aquela de cotejar os dois últimos grandes sismos ocorridos no Japão. Em janeiro de 1995 um deles devastou a região de Kobe. Ato contínuo, houve uma apreciação de circa 20% do yen (iene, em dialeto local), seguida por uma derrocada que durou anos. O terremoto que afetou a região de Sendai esse ano despertou a imaginação dos silogistas do jardim de infância, e os faz criar analogias com o desastre de dezesseis anos atrás. Notoriamente o Japão possui um perfil demográfico desfavorável, que implica em gastos sempre crescentes com uma população envelhecida e, no geral, declinante (gostou do assunto? clique aqui). Em janeiro último a Standard & Poor's rebaixou a sua nota de crédito de "AA" para "AA-". A especulação é uma atividade refinada demais para os estúpidos e os arrogantes. Nas proféticas palavras de Bob Farrell..."quando todos os especialistas e previsões convergirem, alguma outra coisa irá acontecer".