Well, er, What Do Readers Get Here? No Hindsight. No Bullshit. No Charlatanism.
DISCLAIMER
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Do Not Believe Stupid Headlines
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| (Source: O Globo) Central Banks actions are reactive in nature (much like the Average Joe). These institutions always fall prey to climax selling and buying of assets. |
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Bull Market Is Over?
sábado, 18 de julho de 2015
Why Euro Is Inviable?
Wanna know? If so read masterpiece by J. Hussman.
Greece And The King Of Asteroid 325 (And The One Lesson To Learn Before A Market Crash)
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Why BATS President Looses His Cool?
O'Brien: Do you believe it or not? 'Cos you said it.
Brad: Let me walk you thru an example...
O'Brien: It's a yes-or-no question. Do you believe it or not?
Brad: I believe the markets are rigged...
O'Brien: Ok. So there we go.
Brad: ...and I also think that you are part of the rigging.
(LOL!)
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Do You Tighten Screws With A Hammer?
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| So why mainstream analysts use subjectivism to pinpoint entries? Does it make sense? On top of that, It is amusing to see the author assumed the "1st-day-up-2nd-day-down" pattern would continue. |
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
BRL Real To Hit Nail in Best Buy's Coffin?
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| Above are iPhone 4S prices from around the world. Thanks to unparalled tax burdens Brazil residents live in a tech limbo. |
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Brazil, A Hellhole For Investments
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| To date Brazil ETF is one of the worst performing international ETFs. |
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| Since the gross manipulation in energy contracts power outages have become commonplace. |
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| Paying thru the nose for airport services does not help either. |
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| Productivity per capita flatlines... |
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| ...but protectionism in the labor market... |
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| ...and minimum wages always on the rise in real terms make production very costly. |
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| Protectionist measures taken by the government prevent citizens from getting cheaper and better goods/services. Brazil is known as a large-scale consumer of subpar Chinese goods. |
domingo, 5 de agosto de 2012
Pindorama, A Revolução dos Imbecis
[Não, não errei de blog. O título é esse mesmo.]
Se você utiliza corretamente sinais gráficos como crase, considere-se um privilegiado. Se você sabe quando escrever "por que", "por quê", "porquê" e "porque", considere-se um sério candidato à Academia Brasileira de Letras. Dados do Instituto Paulo Montenegro mostram que 38% dos universitários não dominam totalmente habilidades de leitura e escrita (aqui). E 4% dos graduados no ensino universitário são analfabetos funcionais. Ou seja, Pindorama - o país do embuste e da empulhação - deixa também sua marca indelével no sistema educacional. Infelizmente na Idade Moderna a transmissão do conhecimento se dá em grande parte por meio da escrita. Vejam que se é possível comprar gasolina com 20% de etanol, "parcelar em 12 vezes sem juros" e "não aumentar a dívida pública com aportes do Tesouro ao BNDES" por que não ser beneficiário de um "diproma de nível superior"?
O projeto de imbecilização do brasileiro vem de longa data. Já era um modus operandi conhecido da Coroa Portuguesa. Temia-se que locais letrados questionassem o domínio das colônias. Não por acaso as instituições de nível superior por aqui não surgiram antes do início do séc. XIX. A título de comparação, saiba-se que, por exemplo, as Universidades de São Domingo e a de São Marcos (em Lima) foram criadas, respectivamente, em 1538 e 1551. Isso explica em grande parte a discrepância atual entre os níveis de desenvolvimento humano das ex-colônias espanholas e portuguesas. Pelo status quo a defasagem tecnológica do país está praticamente garantida pelas próximas 4 gerações.
A índole acomodativa do habitante já colocou no Palácio do Planalto um semianalfabeto e uma mestranda que mantinha currículo falso na plataforma Lattes do CNPq. O princípio "one man, one vote" vaticinou que a nossa revolução se dará pela mão dos imbecis (qualquer que seja ela).
Quando era criança toda vez que começava uma frase com "a gente" meu pai não deixava terminá-la. Interrompia dizendo "nós". Trago comigo essa grata reminiscência da infância. Na época expressões do tipo "a gente vai" soavam meio estranhas. Embora a concordância estivesse, claro, correta. "Nós vamos" ou apenas "vamos" (e suas variações fonéticas) era o padrão falado.
Não foi até o surgimento da internet que a maioria dos indivíduos razoavelmente letrados teve conhecimento do fato inequívoco de que milhões e milhões de habitantes de Pindorama dominam apenas elementos básicos da Língua Portuguesa. Confesso que, de início, pensava estar minha amostragem viciada (para pior). Ou seja, supunha que meu universo amostral não refletia a média da população. Com o passar dos anos comecei a observar que esse era o padrão da população de classe média das grandes capitais. Esse é um fato indubitável ao percebermos que, inclusive, profissionais de jornais de grande circulação incorrem em erros de concordância gramatical e sintaxe primários. Nessa seara corretores de editores de texto ainda têm utilidade muito restrita. E sítios comerciais (companhias aéreas, corretoras de valores, dentre outros) trucidam diariamente o vernáculo. Os únicos que preservam o seu uso correto, smj, são colunistas da velha guarda de periódicos. Emissoras de televisão são o principal veículo de propagação de barbarismos da língua. "Vamos se vestir", "pra mim fazer" e outras excrescências são facilmente encontradas nos programas televisivos.
O projeto de imbecilização do brasileiro vem de longa data. Já era um modus operandi conhecido da Coroa Portuguesa. Temia-se que locais letrados questionassem o domínio das colônias. Não por acaso as instituições de nível superior por aqui não surgiram antes do início do séc. XIX. A título de comparação, saiba-se que, por exemplo, as Universidades de São Domingo e a de São Marcos (em Lima) foram criadas, respectivamente, em 1538 e 1551. Isso explica em grande parte a discrepância atual entre os níveis de desenvolvimento humano das ex-colônias espanholas e portuguesas. Pelo status quo a defasagem tecnológica do país está praticamente garantida pelas próximas 4 gerações.
A índole acomodativa do habitante já colocou no Palácio do Planalto um semianalfabeto e uma mestranda que mantinha currículo falso na plataforma Lattes do CNPq. O princípio "one man, one vote" vaticinou que a nossa revolução se dará pela mão dos imbecis (qualquer que seja ela).
terça-feira, 17 de julho de 2012
This Situation Sounds Familiar?
Você reconhece que um ativo está "esticado". Quer comprá-lo mas experiências anteriores o aconselham não fazê-lo. [Afinal quantas vezes você comprou nessa situação e se arrependeu pouco depois?] Como imaginado, o papel para de subir em um dia. No dia seguinte começa a ceder. Mas no final da tarde se recupera e fecha perto das máximas. Você fica meio frustrado. No dia seguinte os mercados futuros estão banhados de vermelho. Aí vem aquele sorriso...
Durante o pullback você esfrega as mãos porque está acontecendo o que você tinha imaginado lá atrás. No primeiro dia caiu bem. No segundo, já nem tanto. No terceiro, o papel chega até a abrir levemente no positivo, mas logo cede. Como um astrônomo, você calcula o ponto ótimo de entrada. Só que no terceiro dia o papel em observação chegou pertinho do seu número mágico, o preço desejado. Você vai dormir já feliz da vida contando com o trade perfeito do dia seguinte. Afinal, o máximo que poderá acontecer é você ser obrigado a comprar um pouco mais para cima. Chegou o dia! Você liga seu notebook. Abre o navegador no sítio da corretora. E...para seu desespero os futuros estão prometendo um grande gapup na abertura. Seu papel já não está a poucos centavos do seu "preço ideal". Está a alguns reais! Você simplesmente não acredita. Devia ter comprado no dia anterior.
Por que isso acontece? Chego lá. Mas antes vou contar uma estória: Estava eu em uma dessas livrarias de aeroportos de capitais matando tempo para o embarque. Chamou-me a atenção um livro sobre análise técnica de autor estrangeiro (até conhecido). A obra tinha sido traduzida por um desses renomados picaretóides de Pindorama. Em um dos trechos do primeiro capítulo, o autor (ou o próprio "tradutor") disse que os preços obedeciam a uma curva normal. E ponto. Fechei o livro e fui embora. [Deve ter gente que o compra e acha o máximo.] Preços livremente negociados são regidos por distribuições leptocúrticas. Não obedecem à distribuição normal. Ou seja, é uma distribuição com caudas alongadas e forma mais afunilada próxima da região central. Quanto maior o índice de curtose maior a probabilidade de se encontrar desvios da média. Por isso, Mr. Market nos choca com movimentos impressionantes todo o tempo em todos os timeframes que acompanhamos. Por isso, quando você espera confirmação de movimentos altistas o topo está mais próximo do que se pensa. Por isso, recomenda-se que posições compradas devam ser montadas em pullbacks. E vendidas, em throwbacks (repiques). Por isso, Mr. Market torra sua paciência até que você abra mão de posições ganhadoras. E por aí vai.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
The Fallacy Of Absolute Numbers
Recentemente uma consultoria britânica divulgou resultados de um estudo mostrando que Pindorama já é "o sexto maior PIB do mundo" (aqui). O efeito manada midiático se encarregou do resto. Na ocasião a notícia foi matéria obrigatória de todo jornal escrito e televisivo de nossa Terra. Qual a contribuição de nossa gente bronzeada e da nossa respeitada e qualificada classe política para esse feito? Quase nenhuma. Assim como, nos dizeres de Jim Rogers, Margareth Thatcher e entourage irrisória influência tiveram na pujança econômica britânica na década de 80 (aqui).
Em um país de dimensões e população continentais invocar dados em números absolutos a qualquer pretexto é quase sempre uma fraude. Mas é uma tática eficiente em se tratando de uma audiência com discernimento tão baixo. O vídeo anexo mostra de maneira irreverente como é possível produzir estatísticas por encomenda.
sábado, 29 de outubro de 2011
RSI2, Joe Dinapoli Or "Dunninghan"?
Às vezes vago por sítios e fóruns em busca de gauges de sentimento. Os fóruns mais populares refletem melhor a índole do dumb money. Um dos mais conhecidos popularizou a conhecida estratégia chamada aqui em Pindorama de IFR2. Logo em seguida surgiu o IFR2 aprimorado. Uma vez esgotadas as possibilidades comerciais da novidade, o mesmo espaço passou a divulgar um diferente setup gráfico de autoria do conhecido trader Joe Dinapoli. Agora a bola da vez é um suposto "Dunninghan", do qual nunca ouvi falar. Amanhã, claro, os ávidos leitores poderão ter outra novidade. Assim como o coelho que nunca agarra a cenoura amarrada na ponta da vara de pesca, parte da audiência é mantida refém do próximo setup que será sempre "melhor" que seu antecessor.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Firestorm Over a Trader Interview
Desnecessário dizer que a entrevista acima causou furor na blogosfera e nas redes sociais. A reação da âncora do programa não é nada menos que cômica. Neste episódio há ingredientes típicos de um filme do grupo britânico Monty Python. Não se sabe como Mr. Rastani, um trader independente, foi parar em um programa da BBC de grande audiência em vários países. Segundo se descobriu posteriormente, trata-se de profissional sem qualquer track record conhecido e possuidor de baixo volume de recursos. Poucos perceberam que o que se viu foi uma tacada de um expoente do marketing digital: Ao fazer uma chocante previsão, de extensa abrangência, gerou um pico sem precedentes no número de acessos ao seu blog e de assinantes de seu serviço de alertas em tempo real. E provavelmente ainda recebeu centenas de mensagens de agradecimento em seu endereço de email.
Disclaimer: Qualquer semelhança com gurus e fatos corriqueiros vistos em fóruns e sítios financeiros de Pindorama terá sido mera coincidência.
sábado, 30 de julho de 2011
Debt Ceiling: "Much Ado About Nothing"
O limite de endividamento dos Estados Unidos nasceu em 1917 com o Second Liberty Bond Act após a gastança desenfreada provocada pela Primeira Guerra Mundial. Desde então, quantas vezes o teto da dívida yankee foi aumentado? 10 vezes? Errou feio. 50 vezes? Vai subindo. 100 vezes? Quase lá...102 VEZES.
Os veículos de comunicação tem duas alternativas diante do impasse político vigente:
1. Dão relevo ao acontecimento "inédito". Estimulam a visita de leitores surpreendidos com manchetes apocalípticas. Traumatizam a opinião pública. Anunciantes ficam felizes com o pico de acessos ao seus conteúdos pagos. Analistas econômicos vinculados são convidados a comentar o assunto na CNBC, na BBC, na Globo News, etc. Ontem fiquei estupefato quando soube que irá ao ar, em 02/agosto, um programa chamado CRISE AMERICANA. Supostamente haverá live broadcast de correspondentes nos EUA. Enfim, uma ode à prostituição midiática. No entanto suspeito que o redator será forte postulante a algum prêmio jornalístico de Pindorama; OU
2. Informam, p.ex., o número de vezes que o teto foi aumentado; que em meados da década de 90 o Tesouro americano por vários meses não conseguiu aprovação do Legislativo para aumentar o endividamento; quais as disponibilidades de curto prazo do Tesouro dos EUA (que já estão sendo usadas desde meados de maio/11 [vide chart abaixo]). Consequência dos atos do redator do jornal: O número de acessos cairá. Menos unidades de jornal serão vendidas nas bancas. Anunciantes ficarão insatisfeitos E, a continuar essa linha editorial, os seus responsáveis cedo ou tarde ganharão o bilhete azul. Logo, parece-me que a alternativa 1 seja a mais adequada.
domingo, 5 de junho de 2011
Which Category Do You Fall Into?*
THE ASS-KISSER
Não há muito o que dizer. O "puxa-saco" é aquele que sempre tem um elogio guardado para o administrador do fórum. E o defende dos "ataques virtuais", geralmente com consentimento tácito deste. No fundo espera que lhe caia uma migalha em retribuição ao "puxa-saquismo".
THE BACKTESTER
Espécie descoberta apenas recentemente em território nacional. Divulga com frequência resultados de backtesting baseado em indicadores técnicos. Os anos passam. E ele não implementa nenhum deles. Continuará fazendo backtesting em busca do Holy Grail (100% de acerto, zero de drawdown).
THE CHERRY-PICKER
Espécie de fácil reconhecimento. Tipo comum mormente visto no entry level da escala dos forenses de bolsa. De várias posições (quase sempre compradas) que possui, só se manifesta sobre as poucas bem-sucedidas. Tática também empregada pelos serviços de recomendação.
Não é habitué de fóruns, mas suas aparições são altamente respeitadas. Tem sempre um amigo, com dicas quentes, trabalhando em mesas de operações de um banco estrangeiro ou membro do board de uma sociedade anônima.
THE NAVIGATOR
O navegador coloca links e/ou charts remetendo a sítios sobre finanças, geralmente desconhecidos do grande público. Se bem explorado ou direcionado pelo administrador do espaço virtual pode ser participante de grande utilidade aos demais. Geralmente desaparece porque nos sites comerciais é visto sempre como uma ameaça pelos seus proprietários.
THE PAVLOV LOVER
Grande ocorrência dentre os economistas. Passam por um surto populacional sempre após crashes nas bolsas. É de reconhecimento restrito aos mais experientes. Tende a associar o gênesis da última crise do mercados de capitais à próxima. Acaba por perder boas oportunidades porque acredita piamente que a história se repetirá.
THE ACADEMICIAN
Espécie de rara aparição e baixa popularidade. Não se confunde com os quants de Wall St. Geralmente divulga modelos científicos sem preocupação com sua adoção na prática. O seu foco é a paixão pela ciência e não pelos mercados. Seu modus operandi de reprodução ainda é desconhecido.
THE ORTHODOX
Há grande polêmica na classificação dessa espécie. Alguns biólogos a consideram um gênero, tamanha a sua recorrência nas populações. Há aqueles que consideram que o mercado se resume a P/L, ROE and lucros. Outros, a IFR, linhas de tendência e Fibonacci. Uma terceira corrente de indivíduos - especialmente em Brasilândia - só acompanha o fluxo de investidores estrangeiros, (com semanas de atraso) mesmo que o mercado esteja indo para a bacia das almas.
* A classificação não é exaustiva. Traz apenas descrições genéricas das principais espécies sem habitat específico.
sábado, 21 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
"Bate-Papo" Sobre os Mercados
Bate-papo é o cacete**. Se quer conversar vá para o banco da praça ou pra fila do mercado. (rs) Aqui só indico o que sobe e desce dentro de poucos dias e não meses ou anos de antecedência. O fórum K9 ainda não sabe se "sobe, desce ou fica parado". O do setup 1.3.3.4.5.7 identifica divergências dentro de uma tendência de baixa. Então cabe a mim dizer que os mercados engrenarão um rally até sexta-feira*. Simple as that.
* Se errar esse prognóstico serei o primeiro a reconhecer.
** Nessa parte o tradutor do Google vai enlouquecer.
** Nessa parte o tradutor do Google vai enlouquecer.
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