Well, er, What Do Readers Get Here? No Hindsight. No Bullshit. No Charlatanism.
DISCLAIMER
terça-feira, 7 de outubro de 2008
What You Should Expect...
Em processos de reversão devemos esperar uma redução progressiva da volatilidade aliado a um price action benigno. Ocorre que aquela - apesar dos níveis estratosféricos - não se reduz. Leigos têm opinião contrária. Imaginam que dias de abertura forte nos mercados - depois de circuit breakers* acionados no dia anterior - são sinais de compra, quando na verdade são excelentes oportunidades de venda. Bottoms são fenômenos extremamente complexos porque envolve um "vai-e-vem" intenso (ebb-and-flow) na psicologia da massa.
A débâcle atual dos mercados - se avaliada pelos níveis de volatilidade - já é bem mais potente que o estouro da Bolha Dot Com na Nasdaq. Se imaginarmos que atingimos esse estágio em uma leg down apenas percebe-se que o potencial destrutivo do bear market que vemos é imenso**. Na época havia a percepção de uma bolha setorizada, hoje os mercados parecem ter perdido noção de precificação. Os preços correntes dos assets pelo mundo embutem uma combinação cancerígena de alavancagem e excesso de Ms (meios de pagamento), resultante de uma política monetária permissiva dos bancos centrais.
* A propósito, de que adianta circuit breaker se os negócios com ADRs na NYSE e a atividade lá continua normalmente? Só em Pindorama mesmo...
** Se quiserem comento sobre o assunto em outra oportunidade.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
An Update On the Classic Dow Theory

A Dow Theory - conforme preconizada por Charles Dow e sistematizada por Hamilton e Rhea - hoje encontra poucos adeptos conhecidos. Resume-se na premissa de que DJIA e DJT devem estar em sincronia. Quando isso não ocorre surge a "não-confirmação" (nonconfirmation) A crítica mais conhecida é aquela que diz ser a DJ Transportation Average anacrônica para os tempos atuais. No entanto, temos um bear market confirmado pela Teoria desde o final do ano passado.
Alguns analistas criaram algumas variações da teoria "original", inserindo outras médias. Um detalhe importante desta é que a chamada nonconfirmation não é um sinal inverso. Ou seja, não invalida o sinal anterior. Depois de um bom tempo analisei o comportamento do DJIA e do DJT a partir de uma postagem no Trading In Blog semana passada. Fato curioso está prestes a ocorrer: a continuação do selloff no DJT deixará novamente ambas médias em sincronia (in sync), algo que não ocorria desde o final do ano passado. Um bull market está muito longe de ser sinalizado pela DT: só em um rompimento das linhas amarelas por ambas médias (não necessariamente simultâneo).
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Mind Traps
terça-feira, 30 de setembro de 2008
No Creo En Brujas Pero...
Desde que comecei a estudar profundamente os mercados de livre negociação uma coisa sempre ocorria com relação aos gaps (espaços de preços sem negociação). Um dia fechavam. Podia levar dias, semanas ou meses. Não importa. Para minha incredulidade, fechavam. Impressionante. O estudante novato de technical analysis geralmente fica paralisado diante de um "gap aberto" (unfilled gap) esperando que se feche imediatamente. Às vezes perdem rallies atraentes porque não têm coragem de clicar no mouse. segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Vale CEO Or Texas Hold'em Player?
"O mercado transoceânico de matérias-primas continua muito bom", a frase é do principal executivo da Vale. domingo, 28 de setembro de 2008
Quem Lê o Globo Sabe Mais - II
- Dia 23 (ter): "Incerteza sobre pacote gera instabilidade nos mercados";
- Dia 24 (qua): "Congresso dos EUA exige punições e ameaça pacote";
- Dia 25 (qui): "BC deixa mais dinheiro com bancos para não faltar crédito";
- Dia 26 (sex): "Disputa eleitoral nos EUA dificulta socorro a bancos".

