DISCLAIMER


DISCLAIMER: 1. The risk of trading equities and/or derivatives can be substantial. 2. Any decision to purchase or sell as a result of the opinions expressed in this blog will be the full responsability of the person authorizing such transaction. 3. Past performance is not indicative of future results.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Pay Heed To This (Unnoticed) Trendline - III

Violated supports turn into resistance areas. Believe me. It works. 

Another SPX Buy Signal Around The Corner?

Amazing! Another PF buy signal will be triggered at 1,260.
Brazil ETF shares are notoriously lagging in this rally.

DAX To Face Stiff ST Supply At 5,800 - Ops!

Reminder: Do not confuse tentative TL with long established ones.
Breakout is related to "CBs USD swap lines".

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cognitive Dissonance: A Case Study - part II

Read first here. Bad technicians have always given TA a bad name.
Why everything fails when people are SURE it won't? 
A sequência de postagens sobre o assunto mostra cabalmente o efeito da dissonância cognitiva sobre a realidade. Participantes de um fórum invocaram sinais gráficos presentes no Dow Industrials que justificariam uma expectativa de reversão dos preços. No entanto, no mesmo momento, vários outros índices já exibiam claro rompimento da média móvel diária de 50 dias (50DMA). O resultado, visto acima, não deve ter trazido nem surpresa aos próprios autores das mensagens. Não é possível evitar a ocorrência da dissonância, apenas minimizá-la.  [Note-se que o mérito da eficiência de médias móveis como regiões de oferta e demanda não está aqui sendo examinado. Estatisticamente significativa ou não, essa premissa não chegou sequer a ser testada.]

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Cognitive Dissonance: A Case Study - part I

IF moving averages are efficient demand areas...

...WHY the 50 DMA of the DJ Industrials is the ONLY ONE to be taken into account?!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pay Heed To This (Unnoticed) Trendline - I

Traders should ALWAYS pay attention to what goes unnoticed...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

There Is Only One Prerequisite

Durante o período em que mantive abertas as inscrições para a apresentação programada para o final do ano passado me deparei com uma questão fundamental. Qual seria o prerequisito para a inscrição? Para 99% de eventos similares, realizados às pencas, a condição necessária e suficiente é ter dinheiro para pagar o "investimento". Essa preocupação mereceu um slide à parte do material, no qual mostrava quatro fases do desenvolvimento das habilidades cognitivas. Aos que se encontrassem na inicial eu pouco poderia ajudar. Ainda que eu pudesse identificar a fase do aprendizado em que o inscrito se encontrava após alguns minutos de conversa, como poderia fazer com que ele próprio tivesse certeza de que eu estava certo? Bem, vou chegar lá.

Um amigo que havia se inscrito para a apresentação e com quem troco emails de vez em quando havia me confidenciado: "Fact, isso parece ser uma das coisas mais difíceis que já fiz na minha vida!" Coincidentemente mais ou menos na mesma época escutei algo similar em um webinar. [Sim, estudo e pesquiso fora dos horários de pregão, principalmente nos finais de semana] Subitamente cresceu em mim a sensação de que havia descoberto o gauge definitivo para aferir se o inscrito realmente teria capacidade de assimilar eficientemente vários conceitos novos e trabalhá-los posteriormente. O aluno ideal seria aquele que simplesmente confidenciasse para si mesmo: "Isso é simplesmente a coisa mais difícil que já tentei fazer na minha vida!" Period. O leitor do MFF que discorde dessa ideia estará classificado no primeiro estágio do aprendizado. E possivelmente encontrará conforto nos vários cursos realizados pela imensa massa de comerciantes e picaretas conhecidos do grande público. O leitor que acredita na eficiência de longo prazo de setups gráficos (IFR2, Joe Dinapoli et alli) e outras babaquices pode não saber mas está enquadrado nesse subgrupo.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

"The Market Is Not Like Life"

Hourly chart of SP futures.

A frase acima de autoria de Chris Hayden, Diretor da Directional Research and Trading, resume eficientemente por que a maioria das pessoas considera market timing algo impossível. A frustração em transitar por um universo na maior parte das vezes descontínuo provoca frequentes choques de dissonância cognitiva.

Vejam um exemplo rotineiro. A elipse em azul acima - vista na última sexta-feira - representa uma textbook bullish flag (em jargão pindorâmico, bandeira de alta típica de livros-textos). Qualquer estudante aplicado de TA estaria confiante em ter assumido posições compradas na pequena consolidação. Uma nova legup no hourly chart deveria ser o desenlace desse padrão, o que parece que não irá acontecer. Trata-se apenas de uma leve descontinuidade porque preços ainda fizeram um gapup na retomada dos negócios no emini futures, como se vê acima. Mas quem opera exclusivamente durante as horas normais de pregão já estará provavelmente debaixo d'água.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

What Is Cognitive Dissonance?

1o. episódio: Na primeira vez que sentei no banco do motorista de um carro de Auto-Escola o instrutor me olhou e perguntou: "Você dirige?" Disse que sim. Torceu a cara. Tempo depois me confessou que sempre fazia essa mesma pergunta porque preferia alunos sem qualquer experiência de direção. A explicação é intuitiva: uma vez adquiridos os vícios no modo de dirigir é muito difícil de se livrar deles. Faz sentido. Aliás, muito sentido. Pode ser que o  aluno com alguma experiência reprima seus vícios na presença do instrutor. Mas é quase certo que volte a praticá-los na ausência dele. Embora se apresentem razões para adotar ou evitar certos comportamento na direção de veículos automotores.

2o. episódio: No final de julho tomando um chopp com um amigo investidor de viés fundamentalista, sugeri que adquirisse o hábito de fazer lançamentos cobertos "fora-do-dinheiro" em um papel que respondia por grande parte de sua carteira. Tratava-se de uma empresa líder em seu segmento com grande parte de suas receitas espalhada pelo mundo. Naquele momento disse-lhe que seria conveniente adotar algum hedge contra quedas. O seu principal receio - pelo que me pareceu - era o de ser exercido e "deixar o dinheiro na mesa", como dizem os yankees. Até então, não sabia que o resultado trimestral seria liberado no próximo dia útil. Veio abaixo do esperado. E o papel levou no queixo, caindo sem parar. Fez um fundo em 01/10, junto com o broad market, mas continua até a presente data razoavelmente abaixo do ponto visto no momento de nossa conversa. Dias depois de nosso encontro perguntei se ele havia feito o lançamento coberto. Respondeu-me que não.

Conclusão: As pessoas (investidores, no caso) sempre seguirão as suas convicções (boas ou ruins). Na maior parte das vezes podem parecer solicitar uma opinião. Mas isso é falso. Apenas levarão em conta os argumentos do interlocutor que sejam coincidentes com a sua. Descartarão principalmente os argumentos que estejam em conflito com suas deliberações anteriores. Trata-se de um inconsciente mecanismo de defesa com o propósito de minimizar o desconforto de ter que conviver com duas ideias contraditórias (dissonância cognitiva). Por isso, uma das coisas que deixei de fazer há muito tempo é emitir opiniões sobre mercados de renda variável a amigos ou conhecidos. Abro apenas uma exceção, assim como aquele instrutor da Auto-Escola do primeiro episódio: o consulente não deve saber nada sobre mercados e nem possuir qualquer experiência prévia. Apenas nessa condição, levará em consideração o que, porventura, tenha a lhe dizer. A maioria dos investidores, mesmo com pequena experiência e sem resultados consistentes, se acha "acima da média". Voltarei a esse assunto específico em outra postagem.