DISCLAIMER


DISCLAIMER: 1. The risk of trading equities and/or derivatives can be substantial. 2. Any decision to purchase or sell as a result of the opinions expressed in this blog will be the full responsability of the person authorizing such transaction. 3. Past performance is not indicative of future results.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Dow Theory: NOT On a Buy Signal

In a nutshell the primary SELL signal which ocurred in Aug 2011 is still ON.
See previous post here.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

SPX: Our Furry Friends Are Taking Hold


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Brazil, A Hellhole For Investments

To date Brazil ETF is one of the worst performing international ETFs.
Since the gross manipulation in energy contracts
power outages have become commonplace.

Paying thru the nose for airport services does not help either.

Productivity per capita flatlines...

...but protectionism in the labor market...

...and minimum wages always on the rise in real terms make production very costly.
Protectionist measures taken by the government prevent citizens from getting
cheaper and better goods/services. Brazil is known as a large-scale consumer
of subpar Chinese goods.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

SPX: Channel Has Survived Boehner Fiasco

Seasonals favor bullish, thinly traded equity markets till year end.
However...is a cliff deal priced in or not?

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

There Comes The Silver Lining?

Chart above is self-explainatory.
Good buying opportunity may emerge soon.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Newsletter Sentiment Turns Sour!

Above is a sample of today's SeekingAlpha articles. 
Bearish ones pointed by red arrows. Neutral ones in blue.
However capitulation in price action has not showed up yet.

That is the favorite question of long-only investors! Pain in the neck!  :D

terça-feira, 13 de novembro de 2012

SPX: That One Goes Out To Fibo Freaks...

Fibo-only analysis will take you to the cleaners sooner or later.

sábado, 3 de novembro de 2012

Candlestick Quiz

(Engulfing, Piercing, Harami, Kicking Pattern or none of them?)
Please tell me what is on your mind in the comment section.



sexta-feira, 2 de novembro de 2012

MID: Path Of Least "Resistance" Is Still Up

Midcaps showing strong relative strength when compared to known benchmarks.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

SPX: Price Rejection At The Top. Ouch!

Followup of this chart. Supply forces have clearly taken hold today.

domingo, 30 de setembro de 2012

Fundamentals vs. Price Action

Por que as mesmas notícias que, dizem, derrubar os mercados são às vezes completamente ignoradas? Vejam uma lista de indicadores divulgados na semana passada em terras yankees. Dos 3 assinalados, aquele relativo ao de encomendas de bens duráveis (durable orders, em vermelho) mostrou uma contração muito maior (13,2%) que o consenso do mercado (5,0%) e o da previsão dos analistas do Briefing.com (6,5%). Números comparáveis a esses, de tão ruins, só podem ser vistos em 2009. Não foi só isso. O PIB/2o.trim e o Índice de Compras dos Profissionais de Chicago também vieram abaixo das expectativas, respectivamente, em 1,3% e 49,7. Ainda assim, o mercado praticamente os ignorou. Não deveriam os tais fundamentos da economia servir de orientação aos preços? Por que preços e fundamentos se mantêm desconectados por períodos tão longos que é quase impossível de acreditar? E, de repente - sem nenhum aviso - parecem atuar em sincronia gerando quedas medonhas, crashes e rallies? O fundamentalismo ortodoxo é incapaz de fornecer tais explicações. Ao longo dos anos descobri que métricas tradicionais ganham relevância apenas em extremos. E passam a fazer parte significativa da análise do mosaico. Apesar de ser essa a resposta é também o problema, porque raramente alcançam extremos.

Hat tip to briefing.com

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Have You Learned To Detect Danger?

See prior post (here).
Trading Rule #1: Take small losses before they turn into big ones.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Wanna See A Low-Risk Entry?...Ops!

My experience advises me to stay away from non-perfomers.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

NYSE NH Minus NL At Multi-Year Highs!

Don't what NYSE NH-NL is? No big deal. Click here.

domingo, 9 de setembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

US Equities Really Running On Fumes?!

Há uns meses fiquei particularmente emocionado quando um leitor do MFF soltou na seção de comentários a expressão "cada dia de alta é menos um dia de alta". Essa era uma afirmação que usava amiúde em um fórum virtual bursátil (hoje dedicado ao comércio popular), do qual participava. Sempre restringi meus atos nesses espaços, já que sempre valorizei o nosso bem mais escasso: o tempo.

O sentido da frase é intuitivo, embora não seja óbvio. Traz a ideia saudável de que à medida que um tendência de alta se desenvolve impõe-se ao pequeno especulador um grau de pragmatismo crescente. Mas o que se vê desde os tempos de Matusalém? Especuladores amadores seguem cada vez mais entusiasmados em altas. Não raro alavancam posições compradas, exatamente quando o ceticismo deveria imperar. Quando isso irá mudar? N-U-N-C-A.

A postagem "US equities running on fumes" já era previsivelmente um fracasso de acessos. As estatísticas mostram que o número de page views do MFF só aumenta significativamente nas quedas. O conselho curioso que posso dar, do tipo contrarian, é dar uma espiada no MFF (se você não for um assinante, claro) sempre você ache que não precise. A autossuficiência é uma característica muito dispendiosa nos mercados de preços livremente negociados. Charts never lie.

sábado, 1 de setembro de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Pindorama, A Revolução dos Imbecis

[Não, não errei de blog. O título é esse mesmo.]

Quando era criança toda vez que começava uma frase com "a gente" meu pai não deixava terminá-la. Interrompia dizendo "nós". Trago comigo essa grata reminiscência da infância. Na época expressões do tipo "a gente vai" soavam meio estranhas. Embora a concordância estivesse, claro, correta.  "Nós vamos" ou apenas "vamos" (e suas variações fonéticas) era o padrão falado. 
Não foi até o surgimento da internet que a maioria dos indivíduos razoavelmente letrados teve conhecimento do fato inequívoco de que milhões e milhões de habitantes de Pindorama dominam apenas elementos básicos da Língua Portuguesa. Confesso que, de início, pensava estar minha amostragem viciada (para pior). Ou seja, supunha que meu universo amostral não refletia a média da população. Com o passar dos anos comecei a observar que esse era o padrão da população de classe média das grandes capitais. Esse é um fato indubitável ao percebermos que, inclusive, profissionais de jornais de grande circulação incorrem em erros de concordância gramatical e sintaxe primários. Nessa seara corretores de editores de texto ainda têm utilidade muito restrita. E sítios comerciais (companhias aéreas, corretoras de valores, dentre outros) trucidam diariamente o vernáculo. Os únicos que preservam o seu uso correto, smj, são colunistas da velha guarda de periódicos. Emissoras de televisão são o principal veículo de propagação de barbarismos da língua. "Vamos se vestir", "pra mim fazer" e outras excrescências são facilmente encontradas nos programas televisivos.


Se você utiliza corretamente sinais gráficos como crase, considere-se um privilegiado. Se você sabe quando escrever "por que", "por quê", "porquê" e "porque", considere-se um sério candidato à Academia Brasileira de Letras. Dados do Instituto Paulo Montenegro mostram que 38% dos universitários não dominam totalmente habilidades de leitura e escrita (aqui). E 4% dos graduados no ensino universitário são analfabetos funcionais. Ou seja, Pindorama - o país do embuste e da empulhação - deixa também sua marca indelével no sistema educacional. Infelizmente na Idade Moderna a transmissão do conhecimento se dá em grande parte por meio da escrita. Vejam que se é possível comprar gasolina com 20% de etanol, "parcelar em 12 vezes sem juros" e "não aumentar a dívida pública com aportes do Tesouro ao BNDES" por que não ser beneficiário de um "diproma de nível superior"?
O projeto de imbecilização do brasileiro vem de longa data. Já era um modus operandi conhecido da Coroa Portuguesa. Temia-se que locais letrados questionassem o domínio das colônias. Não por acaso as instituições de nível superior por aqui não surgiram antes do início do séc. XIX. A título de comparação, saiba-se que, por exemplo, as Universidades de  São Domingo e a de São Marcos (em Lima) foram criadas, respectivamente, em 1538 e 1551. Isso explica em grande parte a discrepância atual entre os níveis de desenvolvimento humano das ex-colônias espanholas e portuguesas. Pelo status quo a defasagem tecnológica do país está praticamente garantida pelas próximas 4 gerações.
A índole acomodativa do habitante já colocou no Palácio do Planalto um semianalfabeto e uma mestranda que mantinha currículo falso na plataforma Lattes do CNPq. O princípio   "one man, one vote" vaticinou que a nossa revolução se dará pela mão dos imbecis (qualquer que seja ela).

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bulls Will Come To The Rescue Again?

The small fry is way too pessimistic for my presuming a new ST 
downtrend will emerge within a few days. A followup of this chart.

terça-feira, 17 de julho de 2012

This Situation Sounds Familiar?

Você reconhece que um ativo está "esticado". Quer comprá-lo mas experiências anteriores o aconselham não fazê-lo. [Afinal quantas vezes você comprou nessa situação e se arrependeu pouco depois?] Como imaginado, o papel para de subir em um dia. No dia seguinte começa a ceder. Mas no final da tarde se recupera e fecha perto das máximas. Você fica meio frustrado. No dia seguinte os mercados futuros estão banhados de vermelho. Aí vem aquele sorriso...

Durante o pullback você esfrega as mãos porque está acontecendo o que você tinha imaginado lá atrás. No primeiro dia caiu bem. No segundo, já nem tanto. No terceiro, o papel chega até a abrir levemente no positivo, mas logo cede. Como um astrônomo, você calcula o ponto ótimo de entrada. Só que no terceiro dia o papel em observação chegou pertinho do seu número mágico, o preço desejado. Você vai dormir já feliz da vida contando com o trade perfeito do dia seguinte. Afinal, o máximo que poderá acontecer é você ser obrigado a comprar um pouco mais para cima. Chegou o dia! Você liga seu notebook. Abre o navegador no sítio da corretora. E...para seu desespero os futuros estão prometendo um grande gapup na abertura. Seu papel já não está a poucos centavos do seu "preço ideal". Está a alguns reais! Você simplesmente não acredita. Devia ter comprado no dia anterior.

Por que isso acontece? Chego lá. Mas antes vou contar uma estória: Estava eu em uma dessas livrarias de aeroportos de capitais matando tempo para o embarque. Chamou-me a atenção um livro sobre análise técnica de autor estrangeiro (até conhecido). A obra tinha sido traduzida por um desses renomados picaretóides de Pindorama. Em um dos trechos do primeiro capítulo, o autor (ou o próprio "tradutor") disse que os preços obedeciam a uma curva normal. E ponto. Fechei o livro e fui embora. [Deve ter gente que o compra e acha o máximo.] Preços livremente negociados são regidos por distribuições leptocúrticas. Não obedecem à distribuição normal. Ou seja, é uma distribuição com caudas alongadas e forma mais afunilada próxima da região central. Quanto maior o índice de curtose maior a probabilidade de se encontrar desvios da média.  Por isso, Mr. Market nos choca com movimentos impressionantes todo o tempo em todos os timeframes que acompanhamos. Por isso, quando você espera confirmação de movimentos altistas o topo está mais próximo do que se pensa. Por isso, recomenda-se que posições compradas devam ser montadas em pullbacks. E vendidas, em throwbacks (repiques). Por isso, Mr. Market torra sua paciência até que você abra mão de posições ganhadoras. E por aí vai.

domingo, 15 de julho de 2012

Do You Have What It Takes?

Do alto de milhares de horas dedicadas a certos estudos empíricos podemos nós mesmos desenvolver questionamentos originais. Desenvolvê-los em áreas de ciências sociais envolve certo otimismo (ou ingenuidade). Uma ideia original nessa área jamais será cientificamente validada como um Bóson de Higgs, porque depende de amostragens idênticas que nunca se reproduzem. Uma mesma pesquisa de opinião conduzida em uma pequena comunidade nunca poderá ser refeita sob as mesmas condições. Cada resultado é único. Tendências, claro, podem ser apontadas. Mas tudo passa longe de um rigor científico tradicional.

Market timing requer um entendimento da natureza humana e não de retas, curvas ou médias, tampouco de indicadores macroeconômicos. Essa afirmação, de certa maneira, é uma frustração para pessoas de índole ou formação cartesiana. Aliás, cartesianos e acadêmicos ortodoxos, por exemplo, nunca entenderão por que quando...
  1. ...você está sozinho em um elevador vendo seu smartphone e outra pessoa  (preferencialmente desconhecida) entra é muito provável que ela faça o mesmo com o dela;
  2. ...você em um shopping center se aproxima de uma vitrine vazia e passa a examinar concentradamente algum produto, logo haverá 1 ou 2 ou 3 pessoas a alguns metros fazendo o mesmo em menos de um minuto;
  3. ...você adquire um veículo novo e logo algum dos seus vizinhos de vaga de garagem fará o mesmo dentro de algumas poucas semanas. Se se tratar de vizinhos do sexo masculino essa estatística aumenta consideravelmente;
  4. ...diante de um semáforo fechado você deliberadamente anda alguns centímetros para a frente e o motorista imediatamente atrás fará o mesmo quase que instantaneamente;
  5. ...você leu os itens de 1 a 4 e já se viu fazendo isso tudo, achou graça (público feminino) ou ficou desconcertado ou irritado (público masculino). Neste segundo caso, irá fazer troça da postagem e terá certeza de que nada disso tem a ver com investimentos.