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quinta-feira, 3 de abril de 2008

Newsletters: To Read or Not To Read?

Há algo em comum nos informativos das corretoras, além de assassinarem a Língua Portuguesa: Suas carteiras recomendadas e de top picks do mês com sofreguidão conseguem superar o IBrX-50 em um mês. E consistentemente, quase nunca. O mais risível dessas análises é apontarem prováveis movimentos de curto prazo com base em fatos específicos das empresas e eventos macroeconômicos. Enquanto houver público e neófitos em profusão o show continuará...No horizonte de 1 mês o sentimento da manada (crowd sentiment) e o ebb-and-flow prevalecem por larga margem. Fundamentos nesse intervalo são (quase) irrelevantes.

Todavia, newsletters e relatórios não são totalmente inúteis. Muitos - geralmente dos mesmos autores - trazem múltiplos e históricos de empresas difíceis de serem obtidos de forma direta dos respectivos Departamentos de RIs. Então a questão passa a ser o que ler e o que pode (ou deva) ser ignorado.

Espero que não seja mal-compreendido nos meus comentários. Minha incorreção política tem por objetivo fornecer alguma base para que os leitores aguçem o senso crítico e corretoras sejam mais criteriosas em suas publicações. Afinal, não é preciso ser um Prof. Pasquale pra torcer o nariz ao trecho..."é possível que o período de grandes perdas no valor dos ativos tenha ficado para traz. (sic)"

5 comentários:

Rafael disse...

Olá Fct.

Sobre o seu post, este é muito bom, leio o lixo dos lixos em blogs, Fóruns e etc. Entretanto algumas coisas são bem legais e, acredito, que você as conheça, outras desprezíveis, quando não cópias, apenas gastam vela com defunto morto, desculpe o pleonasmo.
Li em um livro algo que vale a pena ser reescrito"... Wall Street é um dos poucos lugares no mundo onde as pessoas chegam de Limosine para pedirem conselhos aos que vão trabalhar de metrô...". Então acredito que ninguém quereria ser contrariado, tão pouco os comprados que vêem o preço cair ou os que estão de fora vendo a onda passar sem tê-la surfado. ;-)
Enfim prefiro a verdade à formulas milagrosas de análise. No fim das contas o chamado "feijão com arroz" é mais rentável comparado ao stress de ficar na frente de uma tela vendo tick's e procurando fundos, reversões, topos e etc.


[]'s
Scarassatti.
Escrevi demais, perdoe-me, quanto à normal culta da língua será que alguém ai sabe o que significa NGB??? Sorry....

Fact Finder disse...

Rafael, na minha opinião o "feijão-com-arroz" é simplesmente comprar as blue chips a intervalos regulares, preferencialmente depois de grandes selloffs. Como no longo prazo sempre sobem...

NGB pra mim é Norma Gramatical Brasileira. rs

Rafael disse...

Fact...

Já que os resultados tendem a serem próximos no longo prazo para quê se descabelar na frente da tela?
Depois das grandes quedas compre! Depois das grandes altas você pode alugar e vender ou lançar opções cobertas o que não é tão extraterrestre assim.

Abraços.
Scarassatti

Fact Finder disse...

Rafael, tudo depende do seu objetivo como investidor. O meu é bem diferente do seu, pelo que vejo. Não é certo nem errado. Cada um é cada um.
Não disse que o "feijão-com-arroz" garante algo próximo com o que obtenho hoje. Dei a entender que para a maioria dos investidores esse tipo de método era suficiente.
[]s

Prof. Lafayette disse...

Tem que acrescentar o bife, hehe.